Seguro de vida pode proteger patrimônio e renda de quem vive sozinho ou é solteiro
Contratação pode proteger renda e garantir financiamentos para quem não possui dependentes ou segunda fonte de recursos no lar
Por Redação Diário Local
A contratação de um seguro de vida pode ser uma estratégia para proteger o patrimônio e a renda de pessoas solteiras ou que vivem sozinhas. Embora o produto seja frequentemente associado à proteção de dependentes, ele também serve para garantir o cumprimento de obrigações financeiras, como financiamentos imobiliários e empréstimos, além de preservar planos de longo prazo.
O perfil de composição dos lares brasileiros tem mudado, o que traz novos desafios para o planejamento individual. Dados do Censo 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que o percentual de domicílios formados por apenas uma pessoa subiu de 12,2% em 2010 para 19,1% em 2022.
Para quem reside sozinho, a ausência de uma segunda fonte de renda na residência pode aumentar o impacto financeiro em casos de emergências ou períodos de impossibilidade de trabalhar. Nesses cenários, a capacidade de gerar renda é considerada um dos principais ativos de um indivíduo.
Por que o seguro é relevante para quem não tem dependentes?
O seguro de vida não serve apenas para indenizar terceiros em caso de morte. Ele pode ser utilizado pelo próprio segurado por meio de coberturas acionadas em vida, como proteção contra doenças graves, invalidez e a Diária por Incapacidade Temporária (DIT).
A DIT, por exemplo, realiza o pagamento de um valor durante o período de afastamento profissional causado por um evento coberto. Essa modalidade é especialmente relevante para autônomos, profissionais liberais e empreendedores, que podem perder parte de sua receita ao ficarem impossibilitados de exercer suas atividades.
Além disso, o produto pode garantir a manutenção da independência financeira e a preservação de ativos já construídos, evitando que imprevistos comprometam o fluxo de recursos necessário para consumo e investimentos.
Quanto custa um seguro de vida?
Os valores de mensalidade variam conforme a idade do segurado, as condições de saúde, a profissão e o capital segurado (o valor máximo que a seguradora pagará em caso de sinistro).
Simulações de mercado indicam que, para um homem de 30 anos, um pacote que inclua coberturas para morte natural, acidental, invalidez por acidente e DIT de R$ 150 custa aproximadamente R$ 137 por mês. Para um homem de 50 anos, o valor estimado sobe para R$ 429, com DIT de R$ 400.
No caso de mulheres com 60 anos, um plano com coberturas para morte natural e acidental, invalidez por acidente, doenças graves e assistências funeral e residencial pode custar cerca de R$ 457 mensais.
Ao contratar o serviço, é fundamental que o consumidor verifique detalhes como carências, franquias, exclusões e os limites de diárias previstos no contrato.
