Julianne Moore critica violência armada após tiroteio em escola nos Estados Unidos
Atriz manifestou descontentamento com violência armada após ataque em escola de Oregon deixar quatro mortos, incluindo três crianças.
Por Redação Diário Local
A atriz americana Julianne Moore utilizou suas redes sociais, nesta sexta-feira (16), para manifestar indignação após um tiroteio em uma escola de ensino fundamental no estado do Oregon, nos Estados Unidos. O ataque à Silver Rail Elementary School, na cidade de Bend, resultou na morte de quatro pessoas, incluindo três crianças e uma professora.
O episódio, ocorrido na instituição de ensino, deixou ainda outras duas pessoas feridas. De acordo com as autoridades locais, o crime foi cometido por um jovem de 16 anos que invadiu o estabelecimento armado com uma espingarda.
O atirador morreu no local após a intervenção de um morador da região. O homem, que estava armado e presenciou o ataque, confrontou o jovem durante a ação. As autoridades confirmaram as identidades das vítimas fatais e informaram a internação das pessoas feridas.
Em sua declaração pública, a vencedora do Oscar criticou o cenário de violência armada no país. Moore afirmou que o governo está falhando com as crianças e defendeu que os estabelecimentos de ensino deveriam ser refúgios de segurança e aprendizado.
A artista classificou o ocorrido como uma tragédia evitável. Segundo a atriz, o controle da violência armada poderia ser alcançado por meio de mudanças governamentais e de legislação sobre o tema no território norte-americano.
Engajada há anos na causa contra a proliferação de armas, Moore incentivou a mobilização política de seus seguidores. Ao final de sua publicação, ela disponibilizou o canal de contato da Everytown for Gun Safety, organização não governamental da qual é apoiadora.
A manifestação da atriz ocorre em um momento de cobrança de diversas personalidades americanas por respostas das autoridades diante de episódios recorrentes de violência em escolas.
A polícia de Bend informou que as investigações seguem em andamento. O foco dos investigadores é apurar como o jovem de 16 anos conseguiu ter acesso à arma utilizada no crime.
