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Quênia

Líder de seita é condenado a 200 anos de prisão por morte de 190 crianças no Quênia

Tribunal condenou líder religioso Paul Mackenzie pelo assassinato de 190 crianças que morreram de fome por ordem sua.

Por Redação Diário Local

Um tribunal no Quênia condenou, nesta sexta-feira (6), o líder religioso Paul Mackenzie a 200 anos de prisão pelo assassinato de 190 crianças. As vítimas morreram de fome por ordem direta do religioso na região.

O caso é investigado como um dos maiores massacres cerimoniais dos tempos modernos. As autoridades suspeitam que o número total de vítimas possa chegar a 500 pessoas envolvidas em práticas similares.

De acordo com a decisão judicial, as crianças mortas de fome foram enterradas em uma floresta. O crime ganhou repercussão internacional pela natureza do ocorrido e pelo volume de vítimas identificadas.

A condenação de Mackenzie ocorre após investigações sobre as práticas de seu grupo religioso. O tribunal estabeleceu a pena de dois séculos de reclusão como resposta ao assassinato em massa.

O massacre é tratado pelas autoridades locais como um evento de extrema gravidade. As investigações seguem para apurar a extensão total do impacto nas comunidades afetadas.

As vítimas foram encontradas em áreas de mata, o que levou à descoberta do esquema de mortes por inanição. O processo judicial buscou detalhar como as ordens de Mackenzie levaram ao óbito das crianças.

O episódio é considerado um dos episódios mais violentos de rituais cerimoniais registrados recentemente. A polícia e o judiciário queniano trabalham no mapeamento de todas as possíveis vítimas do grupo.

A sentença de 200 anos de prisão encerra uma etapa importante do processo criminal. O caso permanece sob acompanhamento das autoridades para garantir a segurança das famílias das vítimas.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.