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Juiz de Fora

Prefeitura de Juiz de Fora apreende mais de 2,5 mil produtos irregulares em agosto

Operação Comércio Legal recolheu mais de 2,5 mil mercadorias sem comprovação de origem durante o mês de agosto.

Por Redação Diário Local

A Prefeitura de Juiz de Fora (PJF) apreendeu 2.571 mercadorias irregulares durante o mês de agosto. As ações foram realizadas pela fiscalização da Secretaria de Desenvolvimento Urbano com Participação Popular (Sedupp), por meio da operação Comércio Legal.

A iniciativa tem como objetivo ordenar a ocupação do espaço público e coibir o comércio sem autorização no município. Segundo a administração municipal, o foco é reduzir a comercialização de produtos com procedência desconhecida e evitar a concorrência irregular com comerciantes que atuam de forma devidamente regularizada.

Entre os itens recolhidos pelas equipes de fiscalização estão óculos, meias, cuecas, bermudas, casacos, perfumes, pomadas, sabonetes e massageadores sem comprovação de origem. Também foram apreendidos utensílios domésticos, produtos eletrônicos e alimentos comercializados sem autorização ou documentos que comprovem a procedência.

De acordo com a PJF, parte das mercadorias chega ao comércio sem nota fiscal ou qualquer documento que permita identificar de onde os produtos vieram. Tal prática é alvo do monitoramento para garantir a segurança do consumidor e a ordem urbana.

Como recuperar mercadorias apreendidas?

Conforme a legislação municipal, o vendedor que desejar recuperar os produtos apreendidos tem um prazo de até 15 dias para protocolar o pedido. O procedimento deve ser feito pelo sistema Prefeitura Ágil.

Para que a liberação ocorra, o responsável precisa pagar a multa e a taxa de apreensão, além de apresentar a nota fiscal que comprove a propriedade das mercadorias. Caso o prazo de 15 dias não seja cumprido, os produtos são destinados à doação.

No caso de alimentos perecíveis que apresentem condições sanitárias adequadas, o encaminhamento para instituições cadastradas é feito de imediato. Por outro lado, mercadorias de origem duvidosa ou sem condições de consumo são descartadas e não podem ser devolvidas aos vendedores.

A prefeitura também disponibiliza um canal para que a população colabore com a fiscalização. Denúncias sobre comércio irregular podem ser feitas pelo WhatsApp da secretaria, no número (32) 3690-7984.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.