Diário Local
Saúde

Prefeitura de Taubaté divulga organizações convidadas para gestão emergencial do Hmut

Três entidades disputam contrato temporário no Hospital Municipal Universitário de Taubaté enquanto licitação definitiva segue em curso

Por Davy Albuquerque

A Prefeitura de Taubaté divulgou, nesta quinta-feira (16), o nome das três organizações sociais convidadas para disputar o contrato emergencial de gestão do Hospital Municipal Universitário de Taubaté (Hmut). A contratação terá caráter temporário.

A medida ocorre enquanto o município conclui a licitação para escolher a organização social que realizará a gestão definitiva da unidade. Entre as entidades convidadas estão o Cejam, o Seconci-SP e a SPDM.

Como funciona a seleção emergencial?

Segundo a administração municipal, a seleção seguiu critérios baseados em um ranking do Instituto Brasileiro das Organizações Sociais da Saúde (Ibross), que compila dados de hospitais públicos de destaque no país. Após a análise do ranking, a prefeitura verificou quais organizações estavam devidamente credenciadas para atuar no município.

O secretário de Administração, Mateus do Prado, explicou que as entidades interessadas em se qualificar como organização social em Taubaté participam de um processo de credenciamento aberto durante todo o ano. Para a qualificação, é necessário o envio e a aprovação de toda a documentação exigida pela legislação municipal.

O que acontece com a gestão definitiva?

A Prefeitura de Taubaté mantém em andamento a licitação para a escolha da gestão definitiva do Hmut, com edital publicado na última terça-feira (14). A organização vencedora assumirá as atividades após um período de transição previsto para a troca de comando.

De acordo com o edital, o período de transição deve ter duração mínima de 30 dias, podendo ser prorrogado por igual período, conforme decisão da prefeitura. A nova gestão deve dar continuidade ao atendimento após esse intervalo.

Controvérsias sobre a transição

A Santa Casa de Chavantes, responsável pela administração atual do Hmut, questionou o processo e afirmou que a transição ainda não foi iniciada. A entidade destacou que faltam 15 dias para a finalização do contrato atual e que o processo de passagem de gestão ainda não começou.

Segundo a atual gestora, a ausência de uma transição imediata entre a organização que sai e a que assume pode comprometer a assistência aos pacientes e a continuidade dos trabalhos realizados pelos funcionários dentro do hospital.

Revisado por Davy Albuquerque, editor responsável.