Diário Local
Política

Eduardo Bolsonaro afirma que PT terá dificuldade para encontrar nova liderança após Lula

Em transmissão ao vivo, ex-deputado afirmou que a esquerda enfrentará obstáculos para substituir Lula após as eleições.

Por Redação Diário Local

O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) afirmou, nesta segunda-feira (20), que o Partido dos Trabalhadores (PT) enfrentará dificuldades para consolidar uma nova liderança nacional caso o presidente Luiz Inácio Lula da Silva seja derrotado nas eleições de 2026.

A declaração foi feita durante o encerramento de uma transmissão ao vivo em seu canal no YouTube. Na ocasião, o ex-deputado recebeu Daniella Marques, integrante do núcleo de economia da pré-campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência da República.

Durante a conversa, Eduardo Bolsonaro criticou o cenário político atual e projetou um período de transição difícil para a esquerda. “A esquerda não tem liderança. A gente vai vencer essa eleição. Essa era nefasta de PT e de Lula. Eles vão demorar muito tempo para conseguir fabricar um novo líder”, declarou.

O ex-deputado também defendeu as propostas que compõem a pré-campanha de Flávio Bolsonaro. Segundo o discurso, o grupo busca aliar responsabilidade fiscal, inclusão digital e o fortalecimento da segurança pública como alternativas ao atual governo.

Ao detalhar o plano de propostas, Eduardo e Daniella Marques enfatizaram medidas voltadas ao empreendedorismo feminino, à qualificação profissional e à expansão do acesso de mulheres e idosos à internet e a dispositivos celulares.

Cenário político e críticas ao Judiciário

Sobre o panorama para 2026, Eduardo Bolsonaro afirmou que uma eventual vitória de Flávio Bolsonaro seria favorecida por um Congresso Nacional mais alinhado à direita. Para ele, o cenário permitiria o avanço das pautas defendidas pelo grupo político do senador.

O ex-deputado também criticou as ações do Judiciário contra integrantes da direita e mencionou pesquisas que indicariam uma demanda do eleitorado pelo impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Ele afirmou que o tema lideraria as preferências dos eleitores, superando pautas como saúde e educação.

Por fim, o político questionou a coerência do governo e do PT. Eduardo Bolsonaro alegou que o partido utiliza discursos distintos para públicos diferentes e criticou a indicação de um homem para a vaga deixada pela ministra Rosa Weber no STF, citando isso como um exemplo de contradição no discurso de defesa das mulheres.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.