Marina Silva, Simone Tebet e André do Prado lideram intenção de voto ao Senado por São Paulo
Pesquisa do Instituto Vox mostra disputa acirrada e indica que 53,9% dos eleitores paulistas ainda não decidiram o voto.
Por Redação Diário Local
Marina Silva, Simone Tebet e André do Prado lideram a intenção de voto para as duas vagas ao Senado em São Paulo, segundo pesquisa do Instituto Vox Brasil Opinião e Pesquisas divulgada neste domingo (16). Os dados mostram uma disputa acirrada entre os principais nomes citados no levantamento.
Marina Silva registra 26,1% das intenções de voto, enquanto Simone Tebet aparece com 25,5%. Na sequência, o cenário é composto por André do Prado, com 21,5%, Ricardo Salles, com 19,3%, e Guilherme Derrite, com 17%.
A pesquisa apresenta uma margem de erro de 2,55 pontos percentuais. Isso indica que o resultado de cada candidato pode variar para mais ou para menos dentro desse limite, o que torna a diferença entre os primeiros colocados estatisticamente próxima.
O levantamento aponta que a disputa permanece em aberto devido ao alto índice de eleitores que ainda não definiram seu voto. De acordo com o Instituto Vox, 53,9% dos entrevistados não souberam ou não responderam em quem pretendem votar para o Senado.
A coleta de dados foi realizada entre os dias 11 e nesta quinta-feira (13) e ouviu 1.480 eleitores paulistas. Como o estado elegerá dois senadores em 2026, cada participante pôde indicar até dois nomes de sua preferência.
Quem são os candidatos com maior rejeição?
O estudo também mediu o percentual de rejeição entre os nomes consultados. Marina Silva lidera o índice de rejeição com 33,3%, seguida por Simone Tebet, que registra 30,5%.
Na sequência dos índices de rejeição, aparecem Guilherme Derrite, com 23,1%, e Ricardo Salles, com 19,5%. O menor percentual de rejeição entre os líderes é o de André do Prado, com 16,1%.
Outros nomes citados na pesquisa incluem Soninha Francine (4,5%), Geraldo Rufino (2,9%), Maíra de Souza (2,7%) e Dra. Eliana Ferreira (2,1%). O percentual de votos brancos, nulos ou nenhum foi de 20,5%.
