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Saúde

Jovem de 26 anos sobrevive a câncer raro após confundir sintomas iniciais com gripe

Luke Jermaine, de 26 anos, recebeu diagnóstico de linfoma anaplásico de células T em estágio quatro após dor na coxa ser confundida com resfriado

Por Redação Diário Local

Luke Jermaine, de 26 anos, sobreviveu a um diagnóstico de linfoma anaplásico de células T em estágio quatro após confundir os sintomas iniciais da doença com um resfriado. O jovem, residente de Cardiff, no Reino Unido, acreditava que a dor persistente na coxa era apenas um sinal de uma gripe que se aproximava.

O quadro começou em junho de 2020, quando Luke sentiu dores na parte interna da coxa. Por ser um corredor assíduo e estar em boa forma física, ele não suspeitou de uma condição grave. Em julho, a dor aumentou e a região apresentou um inchaço significativo, levando-o ao pronto-socorro.

Na ocasião, foram prescritos analgésicos, mas a dor persistiu a ponto de o jovem não conseguir caminhar durante o expediente de trabalho. Em agosto, após apresentar febre alta, ele buscou novo atendimento médico e foi submetido a exames de coleta de tecido para investigação.

Por que o diagnóstico demorou?

O agravamento do estado de saúde ocorreu em setembro de 2020, quando Luke desmaiou em casa e precisou de nova internação hospitalar. Foi nesse momento que recebeu o diagnóstico de linfoma anaplásico de células T em estágio quatro.

Este tipo de câncer é raro e, quando identificado em estágio avançado, costuma ter afetado órgãos como medula óssea, fígado, pulmões e pele. Segundo dados médicos, a média de sobrevivência para esse linfoma após cinco anos do diagnóstico varia entre 45% e 80%, dependendo da variante da doença.

Após o diagnóstico, a condição de Luke se deteriorou, exigindo transferência para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Naquele período, a equipe médica informou à família que as chances de sobrevivência eram de apenas 30%.

Como foi o processo de recuperação?

Apesar do quadro crítico, o paciente recebeu alta da UTI e iniciou o tratamento de quimioterapia no final de outubro de 2020. Durante o processo, ele enfrentou efeitos colaterais como náuseas, vômitos e fadiga, além de uma infecção após a remoção de um cateter PICC (um tubo flexível inserido em uma veia).

Quase um ano depois, exames confirmaram que o câncer estava em completa remissão. Atualmente, aos 32 anos, Luke retomou sua rotina de treinos e competições de corrida de rua.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.