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Saúde

Ministério da Saúde reforça envio de vacinas para o Rio após registro de 74 casos de mpox

Governo federal aumentou o envio de doses para o Rio de Janeiro após a contagem de 74 casos da doença entre setembro e outubro.

Por Redação Diário Local

O Ministério da Saúde reforçou o envio de doses de vacina para o Rio de Janeiro para auxiliar no controle de casos de mpox no estado. A medida ocorre após o registro de 74 casos da doença no intervalo entre setembro e outubro de 2026.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou que o Brasil não vive um surto de casos da doença, como ocorreu em 2022. Segundo o ministro, a situação atual, com 665 casos registrados no país este ano, é bem diferente do cenário de dois anos atrás, quando o Brasil enfrentou quase 11 mil infecções.

De acordo com a pasta, o Sistema Único de Saúde (SUS) mantém a vigilância ativa em estados e municípios, e está preparado para realizar o diagnóstico, o tratamento e o monitoramento dos pacientes. O reforço na imunização para o território fluminense também visa a preparação para as concentrações de pessoas previstas para o final do ano.

A vacinação contra a mpox, causada pelo vírus MPXV, permanece direcionada aos grupos recomendados pelas autoridades de saúde. A imunização não é parte do calendário de rotina do Programa Nacional de Imunizações (PNI).

Quem deve receber a vacina contra a mpox?

As doses são indicadas para públicos específicos que apresentam maior vulnerabilidade ou risco de exposição. Estão incluídos nesse grupo os profissionais de laboratório que trabalham com o vírus e pessoas vivendo com o HIV que possuem imunossupressão.

Também é recomendada a vacinação para indivíduos que tiveram contato direto de médio ou alto risco com casos suspeitos ou confirmados da doença. A estratégia busca conter a disseminação do vírus entre os grupos de maior risco clínico.

O que são os sintomas da mpox?

A mpox é uma infecção viral que tem apresentado casos de evolução leve na maioria das ocorrências registradas em 2026. Contudo, a identificação precoce dos sinais é fundamental para evitar novos contágios.

Os sintomas iniciais costumam ser semelhantes aos de outras infecções virais, como febre, dor de cabeça e dores musculares. Após essa fase, surgem as lesões cutâneas, que se caracterizam por feridas específicas na pele. Em caso de suspeita, a orientação é buscar avaliação médica.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.