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Economia

Alphabet lucra US$ 112,1 bilhões no segundo trimestre de 2026

Lucro líquido da controladora do Google saltou 298% em comparação ao mesmo período do ano passado, impulsionado por receitas de publicidade e nuvem.

Por Redação Diário Local

A Alphabet, controladora do Google, registrou um lucro líquido de US$ 112,1 bilhões no segundo trimestre de 2026, período encerrado em 30 de junho. O resultado representa uma alta de 298% em comparação ao mesmo intervalo de 2025, quando o lucro foi de US$ 28,19 bilhões.

O lucro por ação da companhia saltou de US$ 2,31 para US$ 9,11. Já o lucro operacional atingiu US$ 40,8 bilhões, um crescimento de 34% frente ao segundo trimestre do ano passado, quando o montante foi de US$ 31,3 bilhões.

A receita total da empresa entre abril e junho foi de US$ 119,8 bilhões. O valor marca uma expansão de 24% (US$ 23,36 bilhões) em relação ao período equivalente de 2025.

Como foi o desempenho dos segmentos de negócio?

O Google Cloud foi o setor com a maior expansão, apresentando alta de 82% na receita. O serviço de nuvem saltou para US$ 24,8 bilhões, contra os US$ 13,6 bilhões registrados no ano passado.

De acordo com o relatório, o avanço da área de nuvem foi impulsionado pela demanda por infraestrutura e soluções de Inteligência Artificial (IA) para o mercado empresarial. O principal negócio da Alphabet, a publicidade em ferramentas de pesquisa, faturou US$ 63,27 bilhões, alta de 17%.

Apesar do crescimento, o faturamento com publicidade em buscas ficou ligeiramente abaixo da expectativa de US$ 63,28 bilhões projetada pelo mercado. Já a receita de anúncios do YouTube cresceu 13%, alcançando US$ 11,05 bilhões, ante os US$ 9,8 bilhões de 2025.

Qual o papel da inteligência artificial nos resultados?

O Gemini, ferramenta de inteligência artificial da Alphabet, atingiu a marca de 950 milhões de usuários mensais. Os modelos de IA da companhia estão processando 22 bilhões de tokens por minuto via Interface de Programação de Aplicações (API).

A métrica de tokens por minuto é utilizada para medir a quantidade de dados que a infraestrutura de computação calcula para atender às demandas de processamento dos usuários.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.