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Economia

Governo federal libera R$ 5,7 bilhões do bloqueio no orçamento de 2026

Medida detalhada em relatório bimestral reduz o montante bloqueado, mas R$ 17,9 bilhões seguem retidos

Por Redação Diário Local

O governo federal anunciou, nesta quinta-feira (30), o desbloqueio de R$ 5,7 bilhões do orçamento previsto para este ano. A medida foi formalizada em edição extra do Diário Oficial da União (DOU) e contempla diversos ministérios com novos recursos para execução.

A decisão foi detalhada no Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas Primárias (RARDP) do 3º bimestre. Este documento é o instrumento utilizado pela equipe econômica para monitorar a evolução das receitas e despesas do governo central, permitindo decidir pela liberação ou contenção de gastos.

O montante de R$ 5,7 bilhões reduz o bloqueio que vinha sendo aplicado ao orçamento. A medida já havia sido antecipada pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, na semana passada.

Dos valores liberados, R$ 4,5 bilhões foram destinados diretamente a pastas do governo. Com o novo repasse, cerca de R$ 17,9 bilhões do orçamento ainda devem permanecer bloqueados ao longo do exercício atual.

Destino dos recursos por ministério

O Ministério das Cidades foi o maior beneficiado com a nova liberação, recebendo R$ 1,2 bilhão. O Ministério dos Transportes também teve um incremento relevante, com o repasse de R$ 1,016 bilhão.

A pasta da Fazenda recebeu R$ 540 milhões. Outros setores contemplados pelo desbloqueio foram a Ciência, Tecnologia e Inovação, com R$ 336 milhões, e o Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, com R$ 300 milhões.

O Ministério da Educação também foi um dos órgãos que receberão os novos recursos, com a liberação de R$ 280 milhões conforme o relatório oficial.

A movimentação faz parte do controle de fluxo de caixa da equipe econômica, que utiliza o relatório bimestral para ajustar o ritmo de gastos públicos conforme a arrecadação e as metas fiscais estabelecidas.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.