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Minimal Club projeta faturamento de R$ 240 milhões em 2026 com expansão de lojas físicas

Marca de vestuário masculino utiliza lojas físicas como motor de expansão e planeja caixa para novas unidades em 2027

Por Redação Diário Local

A marca de vestuário masculino Minimal Club projeta faturar R$ 240 milhões em 2026, impulsionada pela expansão de lojas físicas para atingir a meta de R$ 1 bilhão em receita anual até 2030. O grupo, que iniciou a operação no comércio eletrônico, utiliza o varejo físico como acelerador para alcançar o objetivo de faturamento de longo prazo.

A companhia abriu sua primeira unidade física no ano passado em Belo Horizonte (MG), cidade natal da marca. Após o desempenho inicial, o grupo expandiu a operação para o Rio de Janeiro (RJ) em maio e planeja inaugurar uma loja no ParkShopping, em Brasília (DF), em novembro.

O planejamento de expansão prevê ainda a chegada a São Paulo (SP) no ano de 2027. Segundo o CEO da empresa, José Bento Meirelles, a estratégia atual consiste em validar a tese de negócio em diferentes praças antes de iniciar um processo de aceleração mais robusto.

Como funciona o modelo de negócio?

A proposta da marca foca no segmento premium com valores competitivos, utilizando a estratégia de venda direta ao consumidor para eliminar intermediários. Essa estrutura permite que a empresa ofereça produtos com preços que, em alguns casos, chegam a ser metade do valor praticado por concorrentes de alto padrão.

Além do vestuário masculino, o crescimento do grupo é sustentado pela Hoomy, marca de cama, mesa e banho da holding. A Hoomy deve representar cerca de 30% do faturamento total do grupo até o final deste ano, operando com uma lógica similar de qualidade de luxo e preço acessível.

Para a modelagem financeira que busca o faturamento de R$ 1 bilhão até 2030, a empresa projeta que as lojas físicas sejam responsáveis por um terço da receita total. A meta considera que as unidades físicas operem com um desempenho superior ao que foi inicialmente previsto no modelo de negócios.

Como será financiada a expansão?

Até o momento, a companhia cresceu por meio do reinvestimento dos próprios lucros, modelo conhecido como bootstrap. Para suportar a abertura de diversas novas lojas no próximo ano, o grupo avalia novas opções de capital no mercado.

Entre as alternativas estudadas para financiar o ritmo de crescimento estão a captação de dívida de longo prazo e a realização de rodadas de investimento (equity). O objetivo é garantir o fôlego financeiro necessário para a aceleração das operações físicas em novos centros comerciais.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.