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Economia

Preço do petróleo Brent recua e volta a operar abaixo de US$ 100 o barril

Recuo nos preços do barril ocorre após sinalização de avanço diplomático entre Estados Unidos e Irã sobre reunião entre os países.

Por Redação Diário Local

O preço do petróleo Brent voltou a operar abaixo da marca de US$ 100 o barril nesta quarta-feira (23). O recuo nos valores ocorre após sinais de avanço diplomático entre os Estados Unidos e o Irã, o que tem influenciado a volatilidade no mercado internacional de energia.

Até as 6h22 (horário de Brasília), o Brent estava cotado a US$ 99,31 o barril, tendo atingido a máxima do dia em US$ 99,99. O contrato de referência norte-americano West Texas Intermediate (WTI) também registrava queda, operando a US$ 89,41, após alcançar o pico de US$ 90,05 nas primeiras horas do dia.

O recuo nos preços coincidiu com declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Republicano), sobre negociações entre Washington e Teerã. Trump informou sobre a realização de uma reunião de três horas entre representantes das duas nações.

O presidente norte-americano classificou o encontro diplomático como "muito bom" e "muito produtivo". Ele acrescentou ainda que uma nova reunião entre as partes já está agendada para um futuro próximo.

Tanto o Brent quanto o WTI operam agora abaixo do nível de US$ 100 por barril. Este patamar de preço vinha sendo superado de forma recorrente desde o início do conflito na região.

A movimentação no mercado de commodities reflete a expectativa dos investidores quanto ao impacto das negociações no Oriente Médio para o abastecimento global de petróleo. O cenário diplomático é monitorado para verificar se haverá maior estabilidade nos preços.

O recuo nos contratos de referência ocorre em um momento de atenção para a segurança energética mundial. As declarações sobre o diálogo entre EUA e Irã sugerem uma possível redução de tensões que impactam a oferta de petróleo no mercado.

Os dados de cotação mostram que, apesar da volatilidade, os preços buscavam suporte logo após a sinalização de progresso nas conversas entre os governos envolvidos.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.