Edson Fachin defende fim do inquérito das fake news e novo código de ética para o STF
Presidente do STF afirma que crise na Corte reforça urgência de metas como modernização do sistema de Justiça e novo código de ética
Por Redação Diário Local
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) afirmou, nesta quinta-feira (4), que a crise recente na Corte reforça a urgência de três metas centrais de sua gestão. O ministro Edson Fachin destacou a necessidade de implementar um código de Ética para a instituição, encerrar o inquérito das fake news e promover a modernização do sistema de Justiça.
Segundo o ministro, o cenário atual exige um compromisso ainda maior com as normas vigentes. Fachin declarou que a gravidade dos fatos ocorridos não autoriza a adoção de atalhos e que a instituição deve responder com rigor.
O presidente da Corte ressaltou que, diante de grandes desafios, o foco deve permanecer no cumprimento da legalidade. Ele pontuou que o devido processo legal e as garantias constitucionais são pilares que devem ser preservados durante o enfrentamento da crise.
Fachin também antecipou que a postura do Supremo será de resposta institucional. Ele prometeu que as medidas adotadas serão firmes, proporcionais e rigorosas para lidar com a situação.
A defesa do cumprimento das metas ocorre em um momento de tensão no Tribunal. Para o ministro, a necessidade de modernização e de novos parâmetros éticos é uma resposta direta aos eventos recentes que abalaram a Corte.
Ao propor a adoção de um código de Ética, o presidente do STF busca estabelecer novos limites e condutas para os membros do tribunal. A medida visa trazer mais transparência e segurança institucional para os processos conduzidos pelo órgão.
Sobre o inquérito das fake news, o ministro sinalizou o desejo de encerrar o procedimento, que tem sido alvo de debates jurídicos. A conclusão dessa investigação é apontada como um dos pontos fundamentais para a estabilidade da gestão atual.
A modernização do sistema de Justiça também compõe o plano de ação proposto por Fachin. O objetivo é adaptar a estrutura do Supremo às novas demandas e garantir que a resposta institucional ocorra dentro da eficiência esperada.
