Flávio Bolsonaro lidera intenções de voto em Roraima no 2º turno das eleições
Levantamento da AtlasIntel mostra vantagem do senador sobre Lula em três cenários de segundo turno no estado de Roraima.
Por Redação Diário Local
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) lidera as intenções de voto em Roraima para o segundo turno das eleições presidenciais, de acordo com levantamento da AtlasIntel divulgado nesta sexta-feira (11). O estudo simulou três cenários de disputa para a segunda etapa do pleito, e o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece derrotado em todos os testes realizados no estado.
No principal cenário de disputa, que coloca Flávio Bolsonaro frente a frente com Lula, o senador registra 66,4% das intenções de voto, enquanto o atual presidente soma 25,6%. Os demais 8% dos eleitores declararam voto em branco, nulo ou não souberam responder.
Quais são os outros cenários de segundo turno?
A pesquisa também apresentou outros dois confrontos possíveis para o segundo turno. No segundo cenário, em uma disputa entre Romeu Zema (Novo) e Lula, Zema aparece com 45,6% e o presidente com 25,7%.
No terceiro cenário simulado, que envolve Ronaldo Caiado (PSD) e Lula, o levantamento indica 42,8% para Caiado e 24,8% para o atual presidente. Neste caso, o percentual de brancos, nulos e indecisos é de 32,4%.
Como foi o primeiro turno?
Além do segundo turno, a AtlasIntel também mediu as preferências de voto para o primeiro turno. Nesse formato, Flávio Bolsonaro aparece na liderança com 58,6% das intenções de voto.
Lula registra 20,7% no primeiro turno, seguido por Augusto Cury (Avante), com 9,2%, e Renan Santos (Missão), com 5,3%. Ronaldo Caiado (PSD) aparece com 2,8%, enquanto Samara Martins (UP) registra 0,7% e Romeu Zema (Novo) tem 0,4%.
O estudo ouviu 1.200 eleitores no estado de Roraima entre os dias 4 e nesta quarta-feira (9). A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob os números RR-07280/2026 e BR-04752/2026. O custo da pesquisa foi de R$ 65 mil, pagos com recursos próprios.
