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Gilmar Mendes chama de bravatas acusações de fraude contra o resultado das eleições de 2026

Ministro do STF defendeu a integridade das urnas eletrônicas e destacou que auditorias realizadas em todos os estados não apontaram manipulação.

Por Redação Diário Local

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), criticou, na noite deste sábado (7), as acusações de fraude contra o resultado das eleições de 2026. Em publicação nas redes sociais, o ministro utilizou termos como "bravatas" e "acusações levianas" para se referir ao que classificou como falsas narrativas contra o pleito.

Gilmar Mendes defendeu a integridade das urnas eletrônicas, afirmando que o sistema garante eleições limpas no Brasil há 30 anos. Segundo o ministro, o sistema se submete a testes há mais de 20 anos sem que jamais tenha sido constatado um único indício de manipulação.

Como foram as auditorias?

O ministro destacou que ocorreram três auditorias em todos os estados brasileiros, abrangendo os dois turnos da votação. Entre os mecanismos citados estão o Teste de Autenticidade, que confirma se o programa da urna é o mesmo assinado digitalmente, e o Teste de Integridade, que confronta os votos recebidos com cédulas de papel preenchidas por fiscais.

Gilmar Mendes informou que diversos órgãos e partidos políticos participaram dos processos, incluindo o Ministério Público, a Defensoria Pública e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Ele ressaltou que o direito de acompanhar as etapas foi assegurado a todos os partidos, inclusive ao grupo do candidato derrotado no segundo turno.

A fiscalização contou ainda com auditores do Tribunal de Contas da União (TCU) em todos os estados e foi transmitida ao vivo pelo YouTube.

Repercussão internacional

De acordo com o ministro, as eleições de 2026 foram acompanhadas por missões internacionais. A Organização dos Estados Americanos (OEA) enviou 179 observadores e afirmou que os resultados divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) coincidem com as informações colhidas em campo, não havendo dúvidas sobre a integridade dos dados.

O Carter Center, organização norte-americana de observação eleitoral, também descreveu o processo como bem-organizado e transparente, com oportunidades de fiscalização para eleitores e partidos políticos. O ministro mencionou ainda que especialistas estrangeiros acompanharam as auditorias em Brasília.

Por fim, Gilmar Mendes afirmou que o partido do candidato derrotado no segundo turno elegeu as maiores bancadas na Câmara e no Senado, além de seis governadores, utilizando as mesmas urnas que agora são alvo de questionamentos.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.