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Política

José Dirceu responsabiliza Tarcísio de Freitas por reajuste do ICMS sobre combustíveis

Ex-ministro afirmou que o governador de São Paulo votou a favor do aumento do imposto após o segundo turno das eleições.

Por Redação Diário Local

O ex-ministro José Dirceu criticou, nesta sexta-feira (6), o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, pelo reajuste do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) incidente sobre os combustíveis. Dirceu afirmou que a responsabilidade pela elevação não pertence ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mas ao governador paulista.

Em publicação realizada na rede social X nesta sexta-feira (6), o ex-ministro argumentou que Tarcísio de Freitas teria adotado um posicionamento contrário ao aumento durante a campanha eleitoral, mas votou a favor da medida após o segundo turno. Segundo Dirceu, enquanto o governo federal banca subsídio no diesel, o governo de São Paulo votou pelo aumento do imposto estadual.

O que diz o Confaz sobre o imposto?

O reajuste foi aprovado pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) no dia 27 de outubro. O conselho é presidido pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, e reúne representantes das secretarias de Fazenda, Finanças ou Tributação dos 26 estados e do Distrito Federal.

A decisão foi tomada de forma conjunta por representantes de governos estaduais de diferentes orientações políticas, incluindo aliados do presidente Lula. As novas alíquotas estão previstas para entrar em vigor em fevereiro de 2027.

Quais serão os novos valores?

Com a mudança, o ICMS da gasolina passará de R$ 1,57 para R$ 1,64 por litro. No caso do diesel, o imposto subirá de R$ 1,17 para R$ 1,30.

O gás de cozinha também sofrerá alteração, com o valor passando de R$ 1,47 para R$ 1,54.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.