PT oficializa Marília Campos como candidata ao Senado por Minas Gerais e define número de urna
Ex-prefeita de Contagem disputará uma das vagas pelo estado de Minas Gerais com o número 131.
Por Redação Diário Local
O Partido dos Trabalhadores (PT) oficializou Marília Campos como candidata ao Senado Federal por Minas Gerais para as eleições de 2026. A ex-prefeita de Contagem disputará uma das vagas pelo estado utilizando o número 131 na urna eletrônica no domingo (4).
A definição da numeração segue as normas da Justiça Eleitoral para o pleito. O código 13 identifica a legenda do PT, enquanto a sequência de três dígitos é o padrão para as candidaturas ao Senado.
Com a oficialização, o número 131 passa a ser a identificação oficial da candidata para os eleitores mineiros. A proposta é que o comando da campanha foque na memorização do dígito para o dia da votação.
Perfil e formação
Marília Campos é natural de Ouro Branco (MG) e possui formação acadêmica em Psicologia pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Sua inserção na vida pública ocorreu por meio do engajamento em movimentos sociais e sindicais.
Durante a década de 1980, a candidata participou ativamente do movimento estudantil. Na mesma época, integrou o grupo responsável pela fundação do PT e da Central Única dos Trabalhadores (CUT) na região de Uberlândia.
No campo de atuação sindical, Marília exerceu a presidência do Sindicato dos Bancários de Belo Horizonte por dois mandatos. Essa experiência serviu de base para sua transição para cargos eletivos no estado.
Carreira política em Contagem e na ALMG
A trajetória política de Marília Campos é marcada por uma forte atuação no município de Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Ela foi a primeira mulher a governar a cidade, ocupando a prefeitura em quatro ocasiões distintas.
Seus mandatos à frente do Executivo municipal ocorreram nos anos de 2004, 2008, 2020 e 2024. Antes de assumir a prefeitura, ela já atuava na política local como vereadora de Contagem.
No legislativo estadual, a candidata foi eleita deputada por Minas Gerais por três mandatos. Sua atuação na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) foi destacada por cargos de liderança em comissões.
Na ALMG, Marília presidiu a Comissão Extraordinária das Mulheres, órgão que deu origem à Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher. Ela também esteve à frente da Comissão de Participação Popular nos anos de 2015 e 2016.
Agora, com a candidatura ao Senado oficializada, a ex-prefeita busca expandir sua representatividade para o nível federal. A disputa em Minas Gerais é considerada um dos pontos centrais da estratégia do partido para o próximo ciclo eleitoral.
