Michelle Bolsonaro afirma que eleições de 2026 tratam de 'injustiçados do 8 de Janeiro'
Em reunião ao lado de Flávio Bolsonaro, ex-primeira-dama pediu mobilização do PL para o segundo turno da disputa presidencial.
Por Redação Diário Local
A senadora eleita Michelle Bolsonaro (PL) afirmou que as eleições deste ano são sobre os "injustiçados do 8 de Janeiro". A declaração foi feita na quarta-feira (7) durante uma reunião ao lado do senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato ao segundo turno da disputa presidencial contra Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Durante o encontro com integrantes do PL, Michelle defendeu a necessidade de "resgatar" o Brasil. Ela citou como temas centrais a situação de seu marido, os envolvidos nos eventos de 8 de janeiro, a causa das mães atípicas e o que classificou como um período de retrocesso no país.
A senadora pediu a mobilização imediata dos membros da legenda para a campanha de Flávio Bolsonaro. Ela destacou que o partido tem menos de 21 dias para intensificar as atividades de rua e afirmou que as mulheres estão mobilizadas em torno da candidatura.
Michelle reforçou que a vitória da chapa depende da manutenção da unidade política. Ela comparou o cenário atual à unidade observada na chapa do Distrito Federal, que classificou como vencedora e histórica, e mencionou o desempenho do partido nas eleições para o Senado e para a Câmara.
Ao tratar da saúde do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), a senadora declarou que ele pode ser uma "ameaça para si" quando não conta com o acompanhamento da família. Segundo ela, a falta de suporte familiar impacta diretamente o autocuidado do ex-presidente.
Michelle relatou que, sem o apoio dos familiares, o marido deixa de realizar atividades essenciais. Ela afirmou que ele deixa de tomar medicações, de se alimentar e de realizar suas atividades cotidianas quando está sem supervisão.
A senadora manifestou confiança no pleito e reiterou sua crença na vitória da chapa de Flávio Bolsonaro. O encontro serviu para alinhar as estratégias do PL para a reta final da disputa presidencial.
O movimento de mobilização ocorre em um período crítico para a legenda, que busca consolidar os votos para o segundo turno. Michelle enfatizou que a força do partido deve ser demonstrada na atuação direta junto ao eleitorado.
