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Política

PF investiga servidora da Câmara por ajudar ocultar participação de Valdemar Costa Neto

Investigação aponta que servidora da Câmara dos Deputados teria auxiliado a esconder relação do presidente do PL em conversas monitoradas

Por Diário Local

A Polícia Federal (PF) investiga uma servidora da Câmara dos Deputados suspeita de ajudar a ocultar a participação do presidente do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, em diálogos monitorados. A investigação apura se houve auxílio para esconder o envolvimento do dirigente partidário em conversas que estão sob análise da corporação.

A investigada é a servidora Mariângela Fialek, conhecida pelo apelido 'Tuca'. De acordo de apurações da Polícia Federal, ela teria atuado para proteger a identidade ou a participação de Valdemar Costa Neto em comunicações que foram alvo de interceptação.

Mariângela Fialek possui histórico de proximidade com a cúpula da Casa. Ela atuou como assessora de Artur Lira durante o período em que ele ocupou a presidência da Câmara dos Deputados.

O foco das autoridades está na dinâmica das conversas capturadas e em como a servidora teria facilitado a ocultação dos envolvidos. A Polícia Federal busca entender a extensão do suporte dado pela assessora nos diálogos citados.

O caso levanta questionamentos sobre a segurança das comunicações e a atuação de servidores próximos à presidência da Câmara. A investigação deve detalhar o papel exato de Mariângela no suporte ao dirigente do PL.

Até o momento, a Polícia Federal trabalha na análise das mensagens para confirmar a estrutura de ocultação mencionada. A investigação segue em curso para apurar se houve outras irregularidades durante o período de atuação da servidora.

A participação de Valdemar Costa Neto nas conversas monitoradas é o ponto central que a PF tenta esclarecer. O objetivo é identificar se o presidente do PL utilizou canais ou intermediários para evitar o rastreio das comunicações.

A Polícia Federal não detalhou as consequências jurídicas imediatas para os envolvidos, mas o caso segue o rito de apuração de crimes relacionados à obstrução ou ocultação de informações em investigações oficiais.

Revisado por Davy Albuquerque, editor responsável.