Procon-SP alerta para golpes que utilizam nome da instituição em redes sociais e mensagens
Criminosos enviam mensagens com links falsos oferecendo indenizações, prêmios e cashback para aplicar fraudes.
Por Redação Diário Local
O Procon-SP (Procon de São Paulo) emitiu um alerta para consumidores e fornecedores sobre tentativas de golpes que utilizam indevidamente o nome da instituição. Criminosos enviam mensagens falsas por e-mail, aplicativos de conversa, redes sociais e mensagens de texto para atrair vítimas.
As comunicações fraudulentas costumam conter links que direcionam os usuários para conteúdos falsos. O objetivo é enganar o consumidor por meio de temas que simulam comunicações oficiais da entidade de proteção ao consumidor.
Entre as abordagens identificadas pelo órgão, estão menções a supostos processos judiciais, notificações e relatórios que parecem ser legítimos. A utilização de termos técnicos e o uso do nome do órgão buscam conferir credibilidade à fraude.
Além de documentos falsos, os golpistas utilizam iscas financeiras para atrair o clique dos usuários. As mensagens prometem vantagens como indenizações, prêmios e recebimento de cashback.
O uso de links em redes sociais e aplicativos de mensagens é um dos principais canais de disseminação dessas fraudes. Ao clicar no endereço enviado, o usuário pode ser direcionado para sites maliciosos ou ter dados pessoais roubados.
O Procon-SP recomenda que os consumidores fiquem atentos ao receber qualquer tipo de contato de natureza oficial por canais que não sejam os tradicionais. A recomendação é não clicar em links de origem desconhecida ou que apresentem promessas excessivamente vantajosas.
A orientação para fornecedores também é reforçar a vigilância para evitar que o uso indevido do nome da instituição prejudique a confiança no mercado. Em caso de suspeita, a orientação é desconsiderar a mensagem e buscar os canais de atendimento oficiais do órgão.
A prática de utilizar o nome de órgãos públicos para aplicar golpes é uma modalidade de fraude que visa explorar a confiança da população em instituições de defesa de direitos. O órgão reforça a necessidade de verificar a autenticidade de qualquer comunicado antes de fornecer dados ou clicar em links.
