Diário Local
Minas Gerais

Homem finge rezar e furta doações de fiéis em igreja de Minas Gerais

Suspeito aproveitou momento de tranquilidade na Igreja Matriz de Carmo do Rio Claro para arrombar o cofre e fugir com valores.

Por Davy Albuquerque

Um homem é investigado por furtar doações de fiéis após fingir que rezava na Igreja Matriz de Carmo do Rio Claro, no Sul de Minas Gerais. O crime ocorreu nesta segunda-feira (13), pouco antes da celebração da festa de Nossa Senhora do Carmo, prevista para o dia 16 de julho.

Imagens do sistema de segurança registraram o momento em que o suspeito entrou no templo e aproveitou um horário em que a igreja estava vazia. Nas gravações, o investigado aparece ajoelhado próximo ao cofre, fazendo o sinal da cruz para simular um momento de oração enquanto observava se havia pessoas por perto.

A ação foi interrompida quando uma funcionária que realizava a limpeza do local percebeu a movimentação suspeita. Ela alertou outro homem que estava na igreja, o qual correu para tentar impedir a fuga do criminoso.

Mesmo ao perceber que havia sido descoberto, o homem finalizou a ação, retirou parte do dinheiro do cofre e fugiu do local correndo.

Posicionamento da paróquia

O pároco da Matriz, padre Gilmar Antônio Pimenta, divulgou uma nota oficial por meio das redes sociais da paróquia. Em tom de serenidade, o religioso pediu orações pelo cidadão que cometeu o furto e pediu calma aos fiéis.

“Não tenho o que dizer, mas sim mantermos a calma e seguirmos em frente com fé e esperança”, afirmou o padre na nota. O religioso também manifestou o desejo de que as medidas legais sejam tomadas: “Que tenhamos paz no coração e que seja feita a justa justiça”.

Investigação

As imagens do circuito interno de monitoramento serão utilizadas pelas autoridades para a identificação do suspeito. A Polícia Civil ficará responsável pela investigação do caso.

A paróquia também fez um apelo à população. Caso alguém possua informações que possam auxiliar no reconhecimento do homem, o comunicado deve ser feito diretamente à Polícia Civil.

Revisado por Davy Albuquerque, editor responsável.