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Segurança

Polícia Penal transfere presos após manifestação em unidade de Campo Grande

Operação Nêmesis fiscaliza a Máxima de Campo Grande para combater irregularidades e o crime organizado.

Por Redação Diário Local

A Polícia Penal de Mato Grosso do Sul e a Força Penal Nacional realizaram a Operação Nêmesis no Estabelecimento Penal Jair Ferreira de Carvalho, na Máxima de Campo Grande. A ação ocorreu após autoridades identificarem uma manifestação coletiva de apoio ou alusão a uma organização criminosa dentro do presídio.

A operação envolveu revistas gerais e procedimentos de segurança para fiscalizar a unidade, com o objetivo de prevenir irregularidades e combater a atuação de grupos criminosos no sistema prisional.

Como desdobramento das ocorrências, as autoridades determinaram a transferência de custodiados envolvidos nos episódios. Os internos identificados serão submetidos a um Procedimento Administrativo Disciplinar do Interno (PADIC), que apura as condutas de forma individual para definir as medidas cabíveis.

A ação é coordenada pela Polícia Penal de Mato Grosso do Sul em conjunto com a Força Penal Nacional (FPN), coordenada pela Polícia Penal Federal (PPF).

Combate ao uso de drones

As atividades de segurança no estado também têm como alvo o uso de drones para o transporte de materiais ilícitos para o interior de presídios. Desde a segunda-feira (25), equipes de segurança atuam nas unidades de Campo Grande e Dourados com monitoramento e interceptação de aeronaves remotamente pilotadas.

Nesse período de atuação, foram apreendidos dois drones, 14 celulares, cinco carregadores, um rolo de linha reforçada, 1,7 kg de substância semelhante à maconha e 250 g de substância semelhante à cocaína.

Fiscalização no estado

O diretor-presidente da Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário de Mato Grosso do Sul (Agepen), Rodrigo Rossi Maiorchini, afirmou que o combate ao crime organizado é contínuo. Segundo ele, a Operação Nêmesis integra o esforço permanente para o enfrentamento de grupos criminosos e o combate à entrada de ilícitos.

Até julho de 2026, foram realizadas 56 revistas em unidades prisionais em Mato Grosso do Sul, com acompanhamento da Gerência de Inteligência da Agepen.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.