Fecomércio MG apresenta proposta de jornada de trabalho por hora ao senador Rogério Marinho
Iniciativa da Fecomércio MG defende modelo de jornada por hora com manutenção de direitos e carteira assinada
Por Redação Diário Local
A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Minas Gerais (Fecomércio MG) entregou ao senador Rogério Marinho uma proposta que sugere um novo modelo de relações de trabalho no Brasil. O documento prevê a implementação de uma jornada de trabalho baseada por hora, mantendo o registro em carteira e a preservação de todos os direitos trabalhistas atuais.
O projeto busca adaptar a legislação às transformações do mercado moderno. A ideia central é que a contagem do tempo trabalhado ocorra de forma horária, oferecendo maior flexibilidade à dinâmica das empresas e dos empregados.
A medida proposta pela federação mineira visa garantir que, mesmo com a mudança na forma de contar as horas, os garantias fundamentais do trabalhador não sejam reduzidas. O modelo foca na segurança jurídica de manter o vínculo empregatício formal (CLT).
De acordo com a Fecomércio MG, a iniciativa tem o objetivo de ampliar a discussão sobre as novas configurações do mercado de trabalho no país. O debate surge como uma resposta às mudanças tecnológicas e sociais que impactam o setor de serviços e comércio.
A proposta não se restringe ao senador Rogério Marinho. A entidade informou que o documento já foi apresentado a outras lideranças de destaque no cenário político nacional, buscando construir uma base de apoio para a discussão legislativa.
O modelo de jornada por hora é visto pela federação como um caminho para modernizar o ambiente de negócios. A entidade defende que a proposta pode trazer equilíbrio para as relações entre patrões e empregados no longo prazo.
Até o momento, o texto encaminhado pela Fecomércio MG busca sensibilizar parlamentares sobre a necessidade de atualizar as normas vigentes. A proposta deve entrar na pauta de discussões sobre reformas e modernização do trabalho.
O movimento da federação de Minas Gerais reforça o debate sobre a competitividade do setor produtivo frente às novas demandas econômicas. O próximo passo depende da análise do documento pelas lideranças políticas e pela Câmara dos Deputados ou Senado Federal.
