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Política

Eduardo Bolsonaro afirma que indicações de Flávio Bolsonaro passarão por aprovação de Jair Bolsonaro

Ex-deputado comentou sobre eventual governo do irmão e mencionou estar à disposição para o Ministério das Relações Exteriores

Por Redação Diário Local

O ex-deputado Eduardo Bolsonaro afirmou que as escolhas para o primeiro escalão de um eventual governo de Flávio Bolsonaro passarão pela aprovação do ex-presidente Jair Bolsonaro. A declaração ocorreu em entrevista exibida neste sábado (10).

Eduardo Bolsonaro explicou que, no cenário de uma futura gestão de Flávio Bolsonaro — que é candidato do Partido Liberal (PL) para as eleições de 2026 —, o ex-presidente Jair Bolsonaro teria a palavra final sobre os ministros. O ex-deputado relatou ainda que existe uma dificuldade de manter contato com o pai no momento.

No momento, o foco da família Bolsonaro está voltado para o pleito de 2026. Segundo Eduardo, a prioridade atual é o apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro, deixando as definições de cargos para um período posterior ao processo eleitoral.

O nome de Eduardo Bolsonaro é cogitado para chefiar o Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty). A expectativa em torno dessa indicação é a de que ele atue como um facilitador diplomático para o país.

A estratégia por trás de um possível comando no Itamaraty envolve a utilização da proximidade de Eduardo com lideranças de direita ao redor do mundo. Entre os nomes citados estão integrantes dos governos de Donald Trump, nos Estados Unidos, e de Javier Milei, na Argentina.

Caso assuma a pasta, Eduardo seria o responsável por promover uma reaproximação oficial do governo brasileiro com essas administrações estrangeiras. O objetivo seria fortalecer os laços políticos do Brasil com esses grupos de liderança internacional.

Ao ser questionado diretamente sobre a indicação para a diplomacia, o ex-deputado declarou estar "à disposição". Ele ressaltou que o aceite de um cargo depende da vontade de Flávio Bolsonaro, caso este vença as eleições.

Eduardo reforçou que a discussão sobre composições ministeriais é um assunto para ser tratado apenas após o resultado das urnas. A fala sinaliza como a articulação política da família pretende se organizar em um eventual novo ciclo de governo.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.