Probióticos, vitamina D e creatina lideram ranking de suplementos mais usados no mundo
Lista divulgada pela plataforma SuppCo mostra que magnésio, vitamina D e creatina figuram entre os produtos mais consumidos globalmente.
Por Davy Albuquerque
Um levantamento da plataforma americana SuppCo revelou que suplementos voltados para a saúde intestinal, como os simbióticos, lideram o ranking de consumo mundial. O estudo, que rastreia a rotina de centenas de milhares de usuários, identificou que a vitamina D e a creatina também figuram entre as substâncias mais utilizadas globalmente.
A lista aponta uma tendência de busca por componentes que a indústria alimentícia ainda não consegue replicar com facilidade. Entre os itens de maior destaque estão o magnésio, a creatina, a vitamina D, o ômega-3 e os probióticos clínicos.
O primeiro lugar do ranking foi ocupado por um simbiótico diário, focado em imunidade e saúde intestinal. Na sequência, a vitamina D aparece na segunda posição, seguida pela creatina, que ocupa o terceiro lugar no topo da lista.
O estudo mostrou a presença recorrente de substâncias específicas em diferentes níveis do ranking. O magnésio glicinato, utilizado para auxiliar no sono, reduzir ansiedade e promover relaxamento muscular, apareceu em três posições: quarto, sexto e décimo lugares.
A creatina, voltada para o aumento de desempenho físico e energia muscular, também teve forte presença, ocupando o terceiro, sétimo e nono lugares. O ranking registrou ainda o uso de ômega-3 em quinto lugar e colágeno em oitavo lugar.
Um ponto de atenção no levantamento é a ausência da proteína entre os 10 suplementos mais vendidos. Embora anteriormente estivesse entre os três principais, o produto deixou de integrar o grupo de maior consumo direto.
Especialistas do ramo explicam que isso não indica perda de relevância da proteína, mas uma mudança no modelo de consumo. A demanda foi absorvida pela indústria de alimentos, que passou a integrar a proteína em itens de consumo cotidiano.
Atualmente, a proteína é encontrada em formatos mais práticos, conhecidos como "alimentos cômodos", como pães, biscoitos, iogurtes, barras, cereais e bebidas. Dessa forma, o consumidor consome a substância de maneira integrada à dieta, sem a necessidade de manipular potes e misturas.
