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Economia

Exportações da China crescem 25% em agosto e impulsionam superávit comercial

Volume de vendas ao exterior de Pequim subiu 25% em agosto, impulsionado por veículos e tecnologia, registra alfândega chinesa

Por Redação Diário Local

As exportações da China cresceram 25% em agosto, na comparação com o mesmo mês do ano passado, impulsionadas pela demanda por veículos e produtos de alta tecnologia. O volume de vendas ao exterior foi acompanhado por uma aceleração nas importações, que subiram 28,2% no comparativo mensal, segundo dados divulgados pela Administração Geral de Alfândegas da China nesta terça-feira (8).

Com o desempenho, o país asiático fechou o mês com um superávit comercial de US$ 119,1 bilhões (R$ 610,5 bilhões). O valor é superior aos US$ 112,5 bilhões (R$ 576,7 bilhões) registrados em julho.

No acumulado do ano, entre janeiro e agosto, o cenário de expansão se manteve. As exportações chinesas somaram uma alta de 19,3% em relação ao mesmo período de 2025, enquanto as importações apresentaram crescimento de 27%.

O saldo da balança comercial chinesa no consolidado de janeiro a agosto subiu 22,4%. O resultado reflete a movimentação constante do comércio internacional do país no primeiro semestre e início do segundo.

Setores de alta tecnologia e automotivo lideram alta

O resultado comercial de agosto foi sustentado, principalmente, pelo setor automotivo e por itens de tecnologia voltados à inteligência artificial. De acordo com as informações da alfândega, as exportações de veículos dispararam 53,2%.

Nesse mesmo ritmo, a saída de produtos classificados como de alta tecnologia cresceu 42,9% no mês. A demanda por componentes e sistemas avançados foi um dos pilares para o aumento do volume exportado.

Relação comercial com os Estados Unidos

A balança comercial entre a China e os Estados Unidos também registrou crescimento. O superávit chinês junto ao mercado americano subiu para US$ 29,2 bilhões em agosto, ante US$ 28 bilhões informados em julho.

No comparativo anual, as exportações chinesas para os Estados Unidos saltaram 34,4%. O crescimento das vendas superou o ritmo das importações americanas para a China, que registraram alta de 17,8% no mesmo período.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.