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Manifestação

Manifestação de apoio a Flávio Bolsonaro reúne cerca de 1.000 pessoas em São Paulo

Evento em frente ao Insper reuniu cerca de mil manifestantes para apoiar a candidatura de Flávio Bolsonaro e contrapor protestos de esquerda.

Por Redação Diário Local

Uma manifestação estudantil em apoio ao candidato Flávio Bolsonaro reuniu cerca de 1.000 pessoas na zona sul de São Paulo nesta quarta-feira (21). O ato ocorreu no início da noite em frente ao Insper, na Vila Olímpia, com o objetivo de impulsionar a candidatura e contrapor protestos de esquerda realizados em universidades nas últimas semanas.

A mobilização fechou um dos quarteirões da Rua Quatá durante o evento. Entre os participantes estavam o deputado estadual Lucas Bove (PL-SP), um dos organizadores, e nomes conhecidos da internet, como o influenciador Paulo Kogos, que realizou um discurso no local, e Victor Ruiz.

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), participou do evento por meio de uma videochamada realizada pelo celular de Lucas Bove. Em sua mensagem, o governador incentivou a mobilização política e convocou os presentes ao apoio a Flávio Bolsonaro para o segundo turno.

Apesar da expectativa de presença de convidados como o deputado federal Lucas Pavanato (PL) e Pablo Marçal (PRTB), ambos não compareceram ao encontro. O grupo de manifestantes apresentou diversidade de faixas etárias e incluiu estudantes de instituições como Mackenzie e ESPM.

Durante os discursos, o mote central foi a eleição de Flávio Bolsonaro, com palavras de ordem e críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O visual dos manifestantes foi marcado pelo uso de camisas da Seleção Brasileira, muitas delas personalizadas com o número 22 ou nomes como "Flávio", "Jair" e "Bolsonaro".

Em entrevistas, participantes relataram a sensação de falta de espaço para a expressão de visões políticas de direita em ambientes universitários e escolares. A intenção do grupo era demonstrar que o movimento estudantil não é composto apenas por integrantes da esquerda.

Diferente de outras manifestações de direita, o ato teve pouca ou nenhuma presença de adereços como bandeiras de Israel ou dos Estados Unidos. O evento concentrou-se majoritariamente nas pautas eleitorais e nas reivindicações de liberdade de expressão política no meio acadêmico.

A mobilização durou cerca de três horas e contou com o acompanhamento de cinco viaturas da Polícia Militar (PM) para a contenção do público. Após a série de discursos, o trânsito na região foi liberado e não houve registro de ocorrências ou incidentes.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.