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Saúde

Secretaria de Saúde confirma 23 casos de Mpox no Distrito Federal em 2026

Levantamento da Secretaria de Saúde do DF aponta 23 diagnósticos confirmados de Mpox este ano; identificação da cepa está em análise.

Por Redação Diário Local

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) confirmou, nesta quarta-feira (4), que o número de casos de Mpox registrados na capital em 2026 chegou a 23. O levantamento foi realizado até o dia nesta quarta-feira (4), conforme atualização divulgada pelo órgão.

A pasta ressaltou que os dados são dinâmicos e são atualizados conforme o sistema é alimentado. A Secretaria de Saúde trabalha em conjunto com as Regiões de Saúde para qualificar as informações do banco de dados e consolidar os dados epidemiológicos para compartilhar o cenário da doença no Distrito Federal.

O que se sabe sobre o diagnóstico recente?

Um novo caso de Mpox foi confirmado nesta segunda-feira (2) em um paciente de 32 anos, morador do Guará. O homem começou a sentir os primeiros sintomas na segunda-feira (26) de outubro, mas o diagnóstico só foi confirmado nesta segunda-feira (2).

Inicialmente, o paciente suspeitou estar com amigdalite devido à febre alta, dor de garganta, dor de cabeça e dores leves pelo corpo. No entanto, o surgimento de bolhas com pus na pele — localizadas nas mãos, pés, costas, peito, cabeça e rosto — levantou a suspeita da doença.

Até o momento, não há uma identificação conclusiva da cepa predominante entre os casos recentes no Distrito Federal. A análise do tipo viral está sendo realizada pelo Laboratório Central de Saúde Pública do Distrito Federal (LACEN-DF).

Como ocorre a transmissão e o tratamento?

A Mpox é causada pelo vírus MPXV, do gênero Orthopoxvirus. A transmissão ocorre, principalmente, pelo contato direto com lesões na pele, secreções e fluidos corporais de uma pessoa infectada, podendo também acontecer pelo compartilhamento de objetos contaminados, como roupas, toalhas e lençóis.

O contato próximo e prolongado com secreções respiratórias também é uma via de transmissão. A pessoa infectada pode transmitir o vírus desde o início dos sintomas até que todas as lesões estejam totalmente cicatrizadas.

Não há medicamento específico aprovado para tratar a doença. O atendimento médico é voltado ao alívio dos sintomas e à prevenção ou ao tratamento de possíveis complicações. A confirmação é feita por exame laboratorial molecular, preferencialmente a partir de amostras das lesões.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.