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Saúde

Cuidados com a saúde óssea devem começar na gestação para evitar osteoporose

Especialistas alertam que a formação de 90% da massa óssea ocorre até os 20 anos, tornando a nutrição e o estilo de vida cruciais.

Por Redação Diário Local

A construção da saúde óssea deve ter início ainda durante a gestação, seguindo com atenção nas fases de infância e adolescência. Segundo especialistas, esses períodos são cruciais para garantir a resistência do esqueleto e prevenir doenças como a osteoporose ao longo da vida.

A maior parte da massa óssea, estimada em cerca de 90%, é adquirida até os 18 ou 20 anos de idade. Esse processo de formação é influenciado diretamente pelo estado nutricional materno durante a gravidez e pelos hábitos de vida durante o crescimento, quando ocorre o chamado pico de massa óssea.

O envelhecimento da população brasileira torna o tema ainda mais urgente. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indicam que a população com 60 anos ou mais deve dobrar nas próximas décadas, o que eleva a incidência de fraturas por fragilidade e doenças crônicas.

Por que a saúde óssea é importante?

A preocupação com o esqueleto vai além da densidade mineral óssea. Problemas de saúde óssea estão associados à perda de independência, redução da qualidade de vida e aumento da mortalidade, especialmente entre os idosos.

De acordo com a Fundação Internacional de Osteoporose, uma em cada três mulheres e um em cada cinco homens com mais de 50 anos sofrerão uma fratura osteoporótica ao longo da vida. Tais ocorrências podem comprometer a mobilidade e a autonomia dos indivíduos.

Como manter os ossos fortes na vida adulta e velhice?

Na fase adulta, o objetivo principal é preservar a reserva óssea já construída. Para isso, recomenda-se a prática regular de atividades físicas, alimentação adequada com ingestão de cálcio e vitamina D, além de evitar fatores de risco como o tabagismo e o sedentarismo.

Para o público feminino, o período da menopausa exige atenção especial. A redução nos níveis de estrogênio acelera a perda de massa óssea, o que torna a avaliação médica individualizada fundamental para o controle de riscos.

Já para a população idosa, a abordagem deve ser integrada. Além de cuidar da densidade óssea, é necessário monitorar a massa muscular e o equilíbrio para prevenir quedas e garantir que o indivíduo preserve sua autonomia e qualidade de vida.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.