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Educação

Comissão de Educação da Câmara aprova campanha para inclusão de alunos com deficiência

Projeto de Lei 1.740/2026 prevê ações de conscientização e combate ao capacitismo nas redes pública e privada de ensino.

Por Redação Diário Local

A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 1.740/2026, que institui uma campanha nacional para a inclusão de pessoas com deficiência em escolas de educação básica. A proposta abrange estudantes das redes pública e privada de ensino.

O projeto de lei tem como foco a prevenção de preconceito, do capacitismo e de outras formas de discriminação no ambiente escolar. Além disso, o texto busca incentivar a adoção de práticas pedagógicas que favoreçam a inclusão.

A proposta é de autoria do deputado Pedro Uczai e recebeu parecer favorável da deputada Socorro Neri. O texto agora segue em tramitação para análise de outras comissões da Casa.

Quais são os objetivos da campanha?

Entre as metas da campanha estão a conscientização da comunidade escolar sobre direitos, acessibilidade e igualdade de oportunidades. O projeto prevê também a formação de professores, gestores e famílias para lidar com o processo de inclusão.

O texto busca divulgar mecanismos de proteção e canais para denúncia de violações de direitos. Outro ponto é o estímulo para que estudantes com deficiência participem ativamente das atividades escolares.

As ações previstas poderão ser integradas diretamente ao calendário escolar e aos projetos pedagógicos das instituições de ensino. O objetivo é que a conscientização faça parte da rotina das escolas.

Como será a acessibilidade dos materiais?

Os materiais e as ações da campanha deverão seguir normas de acessibilidade. O projeto estabelece a utilização de recursos como linguagem simples, audiodescrição, legendas e tradução ou interpretação em Libras (Língua Brasileira de Sinais).

O uso de tecnologias assistivas também é previsto sempre que possível. A ideia é garantir que a comunicação da campanha alcance todos os públicos de forma eficaz.

Como funciona a tramitação do projeto?

Após a aprovação na Comissão de Educação, o projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para entrar em vigor, a proposta ainda precisa passar por votação na Câmara dos Deputados e, posteriormente, pelo Senado Federal. O processo legislativo segue os ritos normais das duas casas.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.